
“Sou o pé que anda, a mão que prende, o olhar que vê. Mas posso «sair» deles, perspectivá-los, e ser então alguém que anda com o pé, ou prende com a mão, ou vê com os olhos – ainda que para isso tenha que recorrer a um espelho.” O meu desdobramento é portanto do tipo daquele em que me desdobro entre o “eu” e o “mim”, entre o que observa e o que é observado. “Desce do teu corpo ao teu espírito, desce da tua vida interior ao centro infinitesimal donde ela procede (…)”.
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